O assassinato do cão comunitário Orelha em Florianópolis expõe não apenas a crueldade de jovens da elite local, mas também um sintoma de uma cultura digital sombria que pode estar enraizada em desafios criminosos da deep web. A tragédia reacende debates sobre violência juvenil, proteção animal e até mesmo sobre soluções científicas ousadas, como a clonagem, para restaurar a memória viva do animal. Orelha: símbolo da comunidade e vítima da violência Orelha era um cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis , cuidado coletivamente por moradores durante cerca de dez anos . Após desaparecer por dois dias, reapareceu gravemente ferido por agressões , descartando a hipótese de atropelamento. Diante do sofrimento, precisou ser sacrificado . Sua morte gerou comoção social , manifestações e até propostas de homenagem, como a criação de uma estátua em sua memória . O caso impulsionou a aprovação da Lei do Cão Comunitário em Santa Catarina , que garante proteção e cuidados estatais a animais...
Portal Colaborativo em Rede