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Mãe Acusa Escola de Violência e Negligência

 

 

Estudantes  chegam a um colégio -Imagem Ilustrativa via IA


PAULO LOPES - SC - Uma mãe de Paulo Lopes na Grande Florianópolis fez uma denúncia grave contra a Escola de Educação Básica Frederico Santos, unidade estadual localizada no centro do município. Segundo Paola Martins, o filho dela,de 14 anos, estudante da instituição, foi vítima de violência dentro da escola e a direção teria sido negligente no atendimento.


De acordo com o relato de Paola Martins, o caso aconteceu na quadra da escola. O filho dela teria sido derrubado por trás, erguido pela camisa e sofrido uma rasteira. Com a queda, a criança bateu a cabeça no chão e precisou de atendimento médico. 


"Foi uma tentativa de homicídio dentro do colégio. O guri deu uma rasteira nele por trás, pegou ele, levantou ele pela camisa e deu uma rasteira com ele e ele estourou a cabeça no chão da quadra", relatou a mãe .


Acusação de negligência

Paola afirma que a escola não prestou socorro imediato. "Em vez de imediatamente pegar ele e levar para dentro do posto de saúde, sendo que a escola é ali perto, ou chamar o Samu e imediatamente socorrer, não. Me ligaram ainda para mim, me deslocaram da minha casa até na escola para socorrer ele". 


A criança chegou a ficar internada em observação e recebeu alta nas primeiras horas da manhã seguinte. A mãe diz que o filho continua em observação e tem TDAH, déficit de atenção e está em investigação para autismo. "Ele já é uma criança que qualquer coisa, tipo, mesmo sendo pouco, nele é mais".


Críticas à gestão da escola

Além do caso específico, Paola fez acusações sobre o funcionamento da unidade. Segundo ela, a escola "não funciona do jeito que é para funcionar" e faltam professores desde o ano passado. "Aquela escola ali, ela está aberta simplesmente para manter o salário de quem está ali dentro".


A mãe também alega que houve tentativa de abafar o ocorrido. "Eles querem omitir a verdade, eles querem tentar outra coisa [...] É um tampando o outro, um escondendo as falcatruas do outro". Ela disse ainda que foi até a unidade conversar, mas que a outra mãe envolvida não estava presente e que não aceitou conversar apenas com a coordenação.


 pretende procurar a prefeitura de Paulo Lopes para pedir transferência dos filhos e transporte escolar para outra unidade. Recentemente ela fez também um  B.O na Delegacia e segundo ela falou, na delegacia lhe disseram que recebem muitas denúncias do estabelecmento educacional em questão


Racismo e bullying

Em conversa com a direção da escola , a mãe informou  que o filho já  teria sofrido injúria racial e bullying no ano anterior dentro da mesma escola.  


 


Paola disse que gravou a conversa que teve na escola e colocou o material à disposição.


Ela apurou e é  sabido na região que muitos profissionais de educação não querem trabalhar  no colégio devido  ao descaso e episódios de  violência do local.


Procuramos a direção da Escola de Educação Básica Frederico Santos e segundo nos responderam, não podem dar informações de alunos a terceiros.


Paola conta que foi bloqueada no Whatsapp com o colégio após discutir pessoalmente e via Whatsapp com a direção.


Uma funcionária  da Coordenadoria  Estadual de Laguna  da qual Paulo Lopes está ligada disse que  quem foi pegar a mãe na escola após o ocorrido teria sido a vó da   criança o que Paola negou veemente bem como as acusações de que Paola, a mãe do menino deseja prejudicar a escola já que já trabalh ou na cantina do local  e que teriam ficaram lhe devendo.


Paola negou e disse que  ninguém deve nada a ela.


É visível e compreensível a revolta da mãe e todos tem o direito de dar a sua versão e este caso seja necessário possivelmente o apoio do Ministério Público com a Promotoria da Infância e Juventude para arbitrar as versões e  solucionar de vez  e procurar saber o que existem também nas acusações de diversos pais quanto a escola até porque existem menores envolvidos.