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Onde estão os homens que deveriam proteger as mulheres de homens agressores?

 



Essas mulheres que apanham dos namorados ou maridos... será que elas não têm irmãos ou pais? Onde será que eles andam? Não são homens de fato, será? Porque se uma irmã ou uma filha  apanha ou é maltratada pelo marido, namorado ou sei lá quem, o homem observador desta desgraça deveria se intrometer e mostrar para o agressor que não se mexe com a irmã ou filha assim.  E nem seria em muitos casos procurar a justiça! 





 Cadê os outros homens da vida dessas mulheres?

Muitas vezes, estas situações foram normalizadas pelos próprios pais e irmãos. Segundo as estatísticas. E, em mais de 80% dos casos, são apoiados por igrejas evangélicas que pregam misoginia. Porém, a honradez, a dignidade, a empatia e o sangue falam mais alto — ou ao menos deveriam. Vivemos em um mundo onde o homem, o masculino, cada vez mais fica sem personalidade, assim como o ser feminino fica mais vazio. Isso vem acontecendo há muito tempo. Vemos, e não só nas gerações mais novas (nascidas do ano 2000 para cá), mas até mesmo naquelas a partir de meados de 70 em diante, uma fraqueza nas convicções e na personalidade, em ambos os sexos.
Estas gerações foram criadas cada vez mais no conforto e mimo extremado, e isso foi ficando cada vez mais intenso até chegarmos na famigerada "geração Nutella". Mães e pais que tiveram uma vida difícil quiseram — e com toda a razão — dar uma vida confortável, bem mais do que a que eles tiveram, mas acabaram exagerando. Os filhos foram ficando cada vez mais mimados e chorões e, com isso, também raivosos e "crianções". Como resultado, há uma falta de personalidade cada vez maior: mulheres infantilizadas e mimadas em relacionamentos cada vez mais doentios. Elas se metem com esses homens facilmente, mesmo que as avisem. São homens fracos, cheios de músculos de academia na maioria das vezes, mas infantilizados, que tratam mal as mulheres — que já são complicadas ou complexas pela biologia mas esta cultura do mimo extremado as deixou mais complicadas  e também infantilizadas .
E não tem para onde correr: os irmãos dessas mulheres também estão desse jeito. E os pais, em vez de mostrarem honradez e hombridade para os genros e para os filhos, preferem dormir ou ignorar, já que "ela se meteu nisso porque quis e ele não vale nada mesmo". E quem não faz nada ao ver a própria filha apanhar, ser humilhada e até trucidada, é o quê?
Em meio a tudo isso, não vamos ser hipócritas: outro fator de forte contribuição para essa "disfarçatez" masculina em relação às mulheres próximas que apanham é uma cultura de origem sociológica dos EUA, que é uma porcaria. Ela prega coisas vazias, põe todos contra todos, onde os homens são vistos apenas como monstros e as mulheres como pobres coitadas inocentes. Todos têm culpa por esta tragédia: dos "wokes", dos esquerdistas e dos de extrema-direita aos religiosos obscuros — que são grande parte e veem o sexo como algo errado e sujo enquanto fazem tudo às escondidas, em vez de ver a sexualidade humana como a coisa mais natural e básica do mundo.
É uma sopa quente e hipócrita que gerou homens frouxos e agressivos contra quem deveriam zelar; homens omissos com as mulheres, e mulheres atrapalhadas e infantilizadas, porém, no fundo, à procura da felicidade e de alguém para conviver, que é o que todos querem. Quem sabe, tendo uma noção melhor do que existe realmente por trás de tudo isso, possamos conviver melhor como pessoas civilizadas, e não como escravos de uma sociedade doente por causa de um mundo capitalista que extrai até o último quilate da preciosa alma humana por mera ganância, em vez de vivermos para termos o que quisermos, mas de um modo mais humano e digno.