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LARA DEE: Mulheres em Resistência denunciam a violência contra as mulheres no Brasil

 Lara Dee é totalmente multifacetada  e vive em um universo de  pesquisas, defesa dos direitos humanos ( sobretudo das mulheres) e além de tudo é uma excelente dançarina. 


Ela já foi durante muito tempo Bolete dos programas do famoso apresentador Bolinha e foi uma das também famosas mulatas do Sargentelli

 

Hoje em divide moradia entre Brasil e Portugal e  é  Socióloga, Ativista de Direitos da Mulher,Palestrante , Empreendedora Social, 

e

Fundadora do Instituto Beleza&Cidadania Mulheres Transformadoras ...



Agora, em conjunto com  Virgínia Tomas, Ester Gonçalves, Marice De Paula, Sueli Farias, Silvia Paulista, Silvinha (cantora), assinou e está divulgando o Manifesto Mulheres Em Resistência

Ela explica: 

-''O 8 de março nos convida não apenas à celebração, mas sobretudo à consciência. Em um país onde a violência de gênero ainda ceifa vidas e silencia histórias, esta data se transforma também em um espaço de denúncia e reflexão profunda sobre as estruturas que sustentam a desigualdade. O manifesto Mulheres em Resistência nasce dessa urgência histórica: afirmar que nenhuma sociedade pode se considerar justa enquanto tantas mulheres ainda vivem sob a ameaça da violência.


Mesmo diante de avanços jurídicos importantes, a realidade nos mostra que leis, por si só, não bastam. É necessário compromisso institucional, políticas públicas eficazes, prevenção permanente e uma cultura que reconheça a dignidade de todas as mulheres, sem exceção. Como nos lembra a escritora Conceição Evaristo, em uma frase que ecoa como princípio de resistência: “eles combinaram de nos matar, mas nós combinamos de não morrer”. É nesse pacto de vida, solidariedade e coragem que seguimos.''

 

 Confira o Manifesto! 


8 de Março: Mulheres em Resistência denunciam a violência contra as mulheres no Brasil

O Dia Internacional da Mulher é frequentemente marcado por homenagens e celebrações. No entanto, para muitas mulheres, a data também é um momento de denúncia e reflexão sobre as desigualdades e violências que ainda marcam profundamente a sociedade.


Neste contexto, um grupo de mulheres ativistas reunidas sob o histórico Grupo Mulata Exportação lançou o manifesto “Mulheres em Resistência”, chamando atenção para a persistência da violência de gênero no Brasil e para a urgência de políticas públicas eficazes.


Segundo Virgínia Tomas, o assassinato de mulheres se tornou uma realidade alarmante no país e precisa ser enfrentado com prioridade pelas instituições públicas e pela sociedade.


A ativista Ester Gonçalves destaca que o Brasil já possui importantes instrumentos legais, como as leis de proteção às mulheres, mas alerta que sua efetividade depende da aplicação rigorosa e de políticas estruturais de prevenção. Para ela, é fundamental que essas políticas alcancem todas as mulheres, incluindo mulheres trans.


O testemunho de Marice De Paula, sobrevivente de violência há mais de quatro décadas, reforça a dimensão histórica do problema. Segundo ela, embora o tempo tenha passado, a violência contra as mulheres continua presente e exige respostas mais firmes do Estado.


Para Sueli Farias, o feminicídio deve ser tratado como um crime hediondo que revela uma violência sistêmica e estrutural, demandando ações articuladas entre justiça, segurança pública, educação e políticas sociais.

Lara Dee:   '' A realidade mostra que as leis por si só não bastam ''.
 


O manifesto também traz uma mensagem de esperança. Silvia Paulista afirma que as mulheres são fortes e capazes de transformar a realidade atual de violência.

 

Já a cantora Silvinha ressalta que o empoderamento feminino possui uma dimensão coletiva e generosa. Quando as mulheres se realizam e compartilham saberes, toda a sociedade se beneficia. Em suas palavras, as mulheres são multifacetadas e inspiram umas às outras — razão pela qual é necessário dizer com firmeza: é preciso parar de matar mulheres.


Inspiradas pelas palavras da escritora Conceição Evaristo, que afirmou que “eles combinaram de nos matar, mas nós combinamos de não morrer”, as autoras do manifesto reafirmam a necessidade de resistir e lutar por transformações concretas.


O documento conclui com a exigência de políticas públicas eficazes de prevenção à violência, proteção às vítimas e responsabilização dos agressores, lembrando que o 8 de março deve ser, acima de tudo, um momento de luta por igualdade e dignidade. 


Confira o Manifesto diretamente e outros artigos e postagens interessantes a respeito do MUNDO DE LARA DEE a apartir deste  link de seu site LARA DEE/ATIVISTA SOCIAL  : https://laradee.com.br/8-de-marco-manitesto-mulheres-em-resistencia/Lara Dee