O Irã advertiu que poderá mirar bases militares dos EUA na região caso Washington intervenha nos protestos internos, elevando ainda mais a tensão global num momento em que os EUA pós capturaram o presidente da Venezuela e sua esposa, e o presidente Donald Trump repete ameaças de anexar a Groenlândia — fatos que juntos tornam o cenário internacional mais volátil e imprevisível .
Fumaça sobe enquanto manifestantes protestam contra o governo do Irã em Mashhad, no país persa 10/01/2026
Contexto imediato
O alerta iraniano veio após declarações públicas de líderes norte‑americanos sobre apoio a manifestantes e opções militares; autoridades iranianas disseram que bases americanas e instalações israelenses na região poderiam ser consideradas “alvos legítimos” se Washington intervier diretamente nos protestos no Irã.
O que isso significa para a segurança regional
Risco de escalada militar: um ataque iraniano a bases em países vizinhos poderia provocar respostas em cadeia entre aliados e forças estacionadas na região, aumentando o risco de confrontos diretos entre potências.
Impacto sobre rotas energéticas e comércio: qualquer confronto ampliado tende a pressionar mercados de petróleo e a segurança de rotas marítimas no Golfo Pérsico, com efeitos econômicos globais imediatos.
Por que o momento é especialmente tenso
Captura do presidente venezuelano: os Estados Unidos anunciaram uma operação que resultou na detenção e remoção do presidente da Venezuela e de sua esposa, um ato sem precedentes recentes que gerou críticas sobre legalidade e soberania e ampliou a percepção de intervenção americana na América Latina.
Pressões geopolíticas no Ártico: paralelamente, o presidente Trump reiterou que os EUA “precisam” da Groenlândia por motivos de segurança e não descartou medidas duras para garantir influência sobre o território, provocando reação de Copenhague e Nuuk e aumentando tensões transatlânticas.
Como esses eventos se conectam
Percepção de agressividade americana: a combinação de ações e declarações — apoio a protestos, operações militares na Venezuela e pressão sobre a Groenlândia — alimenta narrativas em Teerã e em outros centros de poder de que os EUA estão dispostos a usar força para moldar resultados políticos, o que pode justificar retaliações regionais segundo analistas locais.
Riscos e cenários a acompanhar que podem indicar um início da TERCEIRA GUERRA MUNDIAL
Cenário 1 (contenção): diplomacia multilateral e mediação reduzem tensões; presença naval e diplomatas reforçam canais de comunicação.
Cenário 2 (escalada localizada): ataques a instalações militares regionais seguidos de represálias limitadas; interrupção temporária do tráfego marítimo e alta nos preços do petróleo.
Cenário 3 (confronto ampliado): envolvimento direto de aliados, sanções ampliadas e risco de conflito prolongado com impacto econômico e humanitário significativo
Em meio a tudo isso uma ONU falida e sem poderes quase que nenhum segue só na moita
A OTAN podendo ir pelos ares e Rússia e China entrando de vez nos conflitos