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Texto escrito pelo jornalista catarinense radicado em Curitiba Valdir José Cruz. Muito Conceituado com passagem como diretor de jornalismo pela Rede CNT , Rede Massa TV, TV Band,Band Curitiba e Estado de São Paulo.';A invasão da Venezuela por um triz...
Ao transferir para o Pacífico Sul, a menos de um mês, parte da frota naval que se encontrava na Europa, os Estados Unidos provocaram um sério incidente diplomático com o Panamá. Isso porque o tamanho do navio capitânia, o moderno porta-aviões USS Independence (LCS2) não era adequado para vencer as eclusas de Gatun, no centro do canal. Os práticos panamenhos recomendaram que a embarcação, por questões de segurança, subisse até o Lago Gatún, mais a norte, e então fizesse a travessia do canal pelas eclusas de Águas Claras, mais modernas e adequadas ao tamanho do navio.
O oficial comandante se recusou a obedecer. E informou ao Comando Sul da Marinha Americana, na Flórida, sobre a ordem que recebeu. A contra ordem do comando foi de que não deveriam mudar de rumo e usar a rota original traçada "nem que fosse à força". E assim foi feito. E mais: Enquanto os navios de guerra iam passando, uma operação de quase seis horas, as bandeiras do Panamá, no Canal, foram substituídas pelas dos Estados Unidos, o que provocou ainda mais irritação e desgosto nos panamenhos, que protestaram formalmente junto à OEA.
A frota liderada pelo USS Independence já está na costa norte da Colômbia, bem próximo da Venezuela. Os navios que compõem esta frota são apropriados para o ataques a cidades litorâneas, especialmente portos, depósitos, estradas e toda infraestrutura desses locais.
Depois do incidente no canal, a chancelaria Cubana divulgou um comunicado à imprensa informando que o ataque à Venezuela já tinha começado.
Avesso às organizações de países, tanto a ONU quanto às demais, o presidente Donald Trump foi a OEA e fez duras críticas à Venezuela e ao presidente Nicolás Maduro. Com a ameça de um ataque militar em larga escala na Venezuela, a China, que tem poder de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas, pediu prudência aos americanos. Os chineses são importantes parceiros comercial e militar dos venezuelanos. Outro poderoso parceiro de Maduro é o presidente russo, Vladmir Putin, que tem emitido sinis de que é contra a solução militar. Para evitar um agravamento da crise, o primeiro ministro espanhol, Mariano Rajoy, está se apresentando como mediador e tem buscado o diálogo com Maduro.
De uma forma ou de outra, os movimentos militares estão muito mais adiantados que os diplomáticos. Os principais comandantes das forças dos EUA para o hemisfério Sul estão ou já passaram pela Colômbia neste início de ano. Em caso de guerra, a Colômbia, onde os americanos possuem 50 bases militares, será a ponta de lança do ataque."
Ao transferir para o Pacífico Sul, a menos de um mês, parte da frota naval que se encontrava na Europa, os Estados Unidos provocaram um sério incidente diplomático com o Panamá. Isso porque o tamanho do navio capitânia, o moderno porta-aviões USS Independence (LCS2) não era adequado para vencer as eclusas de Gatun, no centro do canal. Os práticos panamenhos recomendaram que a embarcação, por questões de segurança, subisse até o Lago Gatún, mais a norte, e então fizesse a travessia do canal pelas eclusas de Águas Claras, mais modernas e adequadas ao tamanho do navio.
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| Misseis americanos transportados por caminhões JAC, chineses na Colômbia. |
O oficial comandante se recusou a obedecer. E informou ao Comando Sul da Marinha Americana, na Flórida, sobre a ordem que recebeu. A contra ordem do comando foi de que não deveriam mudar de rumo e usar a rota original traçada "nem que fosse à força". E assim foi feito. E mais: Enquanto os navios de guerra iam passando, uma operação de quase seis horas, as bandeiras do Panamá, no Canal, foram substituídas pelas dos Estados Unidos, o que provocou ainda mais irritação e desgosto nos panamenhos, que protestaram formalmente junto à OEA.
A frota liderada pelo USS Independence já está na costa norte da Colômbia, bem próximo da Venezuela. Os navios que compõem esta frota são apropriados para o ataques a cidades litorâneas, especialmente portos, depósitos, estradas e toda infraestrutura desses locais.
Depois do incidente no canal, a chancelaria Cubana divulgou um comunicado à imprensa informando que o ataque à Venezuela já tinha começado.
Avesso às organizações de países, tanto a ONU quanto às demais, o presidente Donald Trump foi a OEA e fez duras críticas à Venezuela e ao presidente Nicolás Maduro. Com a ameça de um ataque militar em larga escala na Venezuela, a China, que tem poder de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas, pediu prudência aos americanos. Os chineses são importantes parceiros comercial e militar dos venezuelanos. Outro poderoso parceiro de Maduro é o presidente russo, Vladmir Putin, que tem emitido sinis de que é contra a solução militar. Para evitar um agravamento da crise, o primeiro ministro espanhol, Mariano Rajoy, está se apresentando como mediador e tem buscado o diálogo com Maduro.
De uma forma ou de outra, os movimentos militares estão muito mais adiantados que os diplomáticos. Os principais comandantes das forças dos EUA para o hemisfério Sul estão ou já passaram pela Colômbia neste início de ano. Em caso de guerra, a Colômbia, onde os americanos possuem 50 bases militares, será a ponta de lança do ataque."



